O delegado-geral da Polícia Civil da Paraíba, André Rabelo, reuniu nessa terça-feira, 09 de dezembro, gestores e integrantes de delegacias especializadas no enfrentamento ao crime organizado, para definirem ações estratégicas a serem adotadas em 2026. A previsão é de que a PCPB supere, no próximo ano, a quantidade de operações policiais deflagradas em 2025, focadas no combate às organizações criminosas, tendo em vista a possível contratação de mais uma turma de aprovados no concurso público, cuja formação está em andamento na Academia de Ensino da Polícia Civil (Acadepol).
De acordo com André Rabelo, a Polícia Civil mais que triplicou o número de investigações e operações policiais nos últimos cinco anos, com o foco na desarticulação de grupos responsáveis pelos crimes mais graves cometidos no estado. O crescimento da PCPB, fruto dos investimentos obtidos desde 2019, é um dos principais fatores que explicam esse desempenho.
“É preciso saber como funcionam as operações da Polícia Civil. Na maioria das vezes, é necessário investigar o crime e seus autores; levantar informações; catalogar as provas; submeter esses relatórios às análises do Ministério Público e do Judiciário; conseguir os mandados de prisão e de busca/apreensão; planejar as operações e programar os recursos necessários, como viaturas e efetivos policiais. Somente depois de tudo isso é que podemos executar o que as pessoas veem na imprensa e mídias diversas, que é a ação policial propriamente dita. Ou seja, realizar operações policiais de repressão qualificada exige muito trabalho, e é por isso que estamos aqui reunidos”, explicou o delegado-geral.
Ele lembrou que, além das operações dentro do território paraibano, a PCPB já esteve presente em 19 estados diferentes, para capturar procurados da justiça paraibana que fugiram do nosso estado após cometerem os delitos. “E quando não enviamos equipes nossas, descobrimos o paradeiro dessas pessoas e, com apoio das polícias locais, esses criminosos são devidamente capturados. Isso é resultado de um trabalho técnico, investigativo, extremamente necessário para punir na forma da lei quem comete crimes aqui no nosso estado”, acrescentou Rabelo.
Participaram da reunião gestores e integrantes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), Grupo de Operações Especiais (GOE), Delegacia Especializada de Combate à Circulação e Comercialização Ilegal de Arma de Fogo, Munições e Explosivos (DESARME), Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) e Grupo de Operações com Cães (GOC).
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